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4 Dezembro 2022

Universidade do Minho admite não ligar aquecimento no Inverno

Clique para ampliar A Universidade do Minho (UMinho) poderá ficar com o aquecimento desligado durante o Inverno, devido ao corte “drástico” do financiamento do Estado, admitiu esta quarta-feira o reitor.

Segundo António Cunha, a UMinho vai receber em 2013 menos 4,5 milhões de euros do Estado, comparativamente a este ano, em que recebeu 48 milhões.

“Cortes drásticos exigem medidas drásticas e essa [desligar o aquecimento] poderá ser uma delas. Até porque, em 2013, a electricidade vai ficar ainda mais cara”, referiu.

Frisou que esta é “apenas uma hipótese entre muitas”, sendo igualmente equacionável, por exemplo, a “descontinuidade” do funcionamento de alguns serviços em certos períodos do ano, como em agosto e entre o Natal e o ano novo.

António Cunha lembrou que em Julho tinha ficado acordado um corte de 2,5 por cento no financiamento do Estado para a Uminho e que foi com base nesse número que a universidade programou o novo ano.
“Agora, de repente, o corte subiu para 9,2 por cento”, criticou.

Lembrou que a Uminho tem sido capaz de gerar receitas próprias e que o seu orçamento já depende em menos de 50 por cento do Orçamento do Estado, mas sublinhou que “acomodar um corte destes vai exigir muita ginástica”.

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