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Bruxelas
17 Agosto 2022

Tudo como estava nas previsões

Clique para ampliar Foram muitos os avisos lançados contra os perigos da visita do Benfica ao Nacional, no início de um ciclo muito difícil em fevereiro e no reencontro com o árbitro Pedro Proença, e o jogo confirmou: para o Benfica, tudo o que parecia poder correr mal correu pessimamente. Perdeu dois pontos e viu dois jogadores expulsos de forma absurda.

O Nacional realizou uma partida digna dos melhores, confirmando que a irregularidade pontual não condizia com o nível de muitos dos seus jogadores, como o guarda-redes Gottardi, o lateral Claudemir, o polivalente Moreno e os avançados Candeias e Mateus. Uma boa equipa, bem orientada, que soube tirar todo o partido da fragilidade defensiva do Benfica, em particular pelo flanco de Luisinho.

O Benfica entrou muito mal na partida, viu-se a perder naturalmente num erro posicional de Luisinho, que validou o passe de Claudemir para Diego, mas teve capacidade de reagir, ser beneficiado com um autogolo de Mexer e chegar à vantagem por Urreta, num inesperado 1º golo da época em livre direto, depois de Lima ter atirado ao poste.

Pelo contrário, no recomeço, sem Rodrigo e com Gaitán em 4x2x3x1, parecia ter recuperado o controlo das operações, ainda perdeu o terceiro golo, mas acabou por ceder o empate a Mateus, em mais uma falha e muita ingenuidade do lateral-esquerdo, aproveitadas por Candeias.

Com mais de meia hora para dar a a volta, o Benfica voltou ao esquema habitual, com Cardozo e Lima na frente de ataque, mas foi tempo para a enorme maturidade da defensiva madeirense, em contraste com a baixa de forma de Salvio, a menor frescura de Matic e Enzo Pérez e a pouca inspiração de Lima, em relação ao mês passado. O Benfica queria acelerar, mas não conseguia – e aos melhores lances respondeu Gottardi com cinco defesas seguras nos últimos dez minutos.

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