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4 Dezembro 2022

Salvar empresas sem gastar nada

Clique para ampliar António José Seguro disse ontem ao CM que se as empresas não forem apoiadas vão à falência e os seus trabalhadores vão para o desemprego.

O PS está convencido de que é possível salvar muitas empresas viáveis mas que passam dificuldades momentâneas “sem que o Estado gaste um cêntimo”. António José Seguro, em declarações ao CM, é taxativo sobre esta necessidade: “Não percebo porque razão o Governo não aprova as propostas do PS que ajudam a salvar empresas e a proteger empregos. Basta de falências e de mais desemprego!”.

As palavras do líder do PS vêm a propósito de uma notícia do CM segundo a qual o Governo estudou as propostas do PS e chegou à conclusão que custariam ao Estado 6,3 mil milhões de euros, além de que seriam uma forma indireta de nacionalização. A este propósito, Óscar Gaspar, assessor económico de Seguro, explicou ao CM que a proposta de conversão das dívidas fiscais em capital social das empresas não custa dinheiro ao Estado nem é uma nacionalização, porque “seria temporária, durante o próximo ano e meio”. E isso permitia resolver problemas de tesouraria das empresas, que são viáveis mas que não conseguem financiamento bancário, salvava empregos, e garantia que o Estado recebesse o dinheiro quando a empresa fosse solvente.

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