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16 Agosto 2022

Professores do Ensino Português no Estrangeiro vivem “clima intimidatório”

Clique para ampliar O Sindicato dos Professores nas Comunidades Lusíadas informa, em nota enviada à comunicação social, que hoje, 27 de Junho, serão “poucos os professores do Ensino Português no Estrangeiro a aderir à Greve Geral.”Não porque não se sintam prejudicados nos seus direitos, antes pelo contrário,pois devido à aplicação da taxa de frequência,que originou uma redução de mais de 3 000 alunos em apenas quatro países (Alemanha, Suíça, Reino Unido e Luxemburgo), tendo a França e a Espanha ficado isentas de pagamento, ficarão no desemprego entre 20 a 30 professores e muitos outros terão horários incompletos”, contextualiza a secretária-geral Maria Teresa Nóbrega Soares.

A não adesão explica-se pelo “medo” destes profissionais “desagradarem às Coordenações,protestando ou reclamando, mesmo que se sintam lesados nos seus direitos, pois o resultado de eventuais protestos poderá ser o desemprego ou o horário reduzido”. “Actualmente, na elaboração da rede horária do EPE para 2013/2014, os Coordenadores têm, em muitos casos, o privilégio, quase feudal, de decidir quem “continua” e quem “sai”, ou melhor, quem sobrevive e quem é extinto”, lê-se.

O Sindicato informa que as Coordenações pedem a cada docente a confirmação escrita sobre a adesão ou não à greve, o que contribui para “um clima intimidatório”.

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