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3 Dezembro 2022

Passos: Previsões afastam receios de “espiral recessiva”

Clique para ampliar O primeiro-ministro considerou nesta quarta-feira que Portugal caminha “a bom ritmo” para uma fase “pós-troika” e para um ciclo de expansão económica, defendendo que as previsões do Banco de Portugal afastam os receios de uma “espiral recessiva”.

Pedro Passos Coelho deixou esta mensagem de confiança no cumprimento do Programa de Assistência Económica e Financeira de Portugal e na inversão da recessão económica no encerramento de uma conferência sobre a reforma do Estado que decorreu no Palácio Foz, em Lisboa, entre terça-feira e hoje, com limites à cobertura por parte dos jornalistas e protestos de feirantes à porta por lhes ter sido negada a entrada.

“Estaremos, nesta primeira metade de 2013, a completar o nosso segundo ano de ajustamento e a preparar o início da inversão do processo recessivo que tipicamente acompanha o ajustamento económico e financeiro”, afirmou o primeiro-ministro, cuja intervenção foi aberta à comunicação social sem restrições, ao contrário dos painéis de debate desta conferência.

Segundo Passos Coelho, “esta inversão esperada, a anteceder o crescimento da economia previsto para 2014, deverá ficar marcada pela confiança na conclusão do Programa de Assistência Económica e Financeira dentro do prazo estipulado, que é junho de 2014, e no regresso do financiamento regular em mercado, a concretizar progressivamente ao longo deste ano”.

O chefe do Governo acrescentou que as previsões do Banco de Portugal divulgadas na terça-feira indicam que “o ciclo recessivo deverá abrandar durante o ano de 2013 face ao ano anterior e, consequentemente, ceder lugar ao início de um ciclo de expansão económica, pondo de lado os receios de enfrentar uma espiral recessiva” – cenário para o qual o Presidente da República, Cavaco Silva, advertiu, no seu discurso de Ano Novo.

“Desta maneira, eu penso que nós conseguiremos abrir lugar a uma nova fase, qualitativamente diferente do processo de ajustamento estrutural da nossa economia”, concluiu o primeiro-ministro, apelidando essa nova fase de “pós-troika”.

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