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3 Dezembro 2022

Passos diz que Orçamento do Estado será “difícil” mas “mais justo”

Clique para ampliar O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, disse esta segunda-feira que o Orçamento do Estado para 2013 será “difícil” mas “mais justo” porque representa “uma divisão mais equitativa e progressiva” dos sacríficos, antecipando medidas para “o crescimento e a criação de emprego”.

“Os portugueses deverão esperar um orçamento que é de dificuldade, que representa um acréscimo muito significativo da carga fiscal para o próximo ano mas que não deixa de ser um orçamento mais justo no sentido da divisão equitativa do esforço que é pedido a todos os portugueses na medida em que os rendimentos são taxados do ponto de vista fiscal de uma forma mais alargada e mais progressiva”, referiu Passos Coelho aos jornalistas à margem do seminário ‘A Emigração Portuguesa na Europa – Desafios e Oportunidades, que decorre no Porto esta segunda-feira.

Na opinião do primeiro-ministro este Orçamento “permite recuperar a autonomia financeira e orçamental” de Portugal, antecipando que “não deixará de conter também mensagens muito específicas sobre o crescimento e a criação de emprego”, não querendo no entanto antecipar essas medidas, que “têm vindo a ser exploradas e trabalhadas ao nível da Concertação Social”.

Depois do Conselho de Ministros extraordinário de domingo, Passos Coelho anunciou que a preparação da proposta do Orçamento do Estado para 2013 será concluída na quarta-feira num Conselho de Ministros “que será antecipado de quinta para quarta dada a participação do ministro das Finanças no encontro anual do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional no Japão”.

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