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18 Agosto 2022

Obama quer zona de comércio livre

Clique para ampliar A economia foi na noite de terça-feira o tema forte do primeiro discurso sobre o Estado da União proferido pelo presidente dos EUA, Barack Obama, no seu segundo mandato. Entre as prioridades internas, destaque para a aposta na classe média, “verdadeiro motor da economia”; a nível internacional, sobressai a proposta de um acordo com a União Europeia (UE) para tornar mais livre a circulação de cerca de metade dos bens produzidos no Mundo.

“Anuncio que encetarei conversações sobre uma parceria transatlântica de investimento com a UE, porque um comércio livre e justo no Atlântico sustenta milhões de empregos na América”, afirmou Obama.

Noutro passo do discurso, numa frase endereçada à oposição republicana, pareceu igualmente criticar a UE e a chanceler alemã, Angela Merkel. “A redução do défice, só por si, não é um plano económico”, frisou, defendendo a urgência de relançar o crescimento, mediante mais investimento que permita criar mais emprego.

“Temos a obrigação de relançar o verdadeiro motor do crescimento dos EUA, que é uma classe média próspera”, afirmou, defendendo o agravamento dos impostos para os mais ricos e o aumento do salário mínimo, pois, “no país mais rico do Planeta, ninguém com emprego deve viver na pobreza”.

Obama apelou ao Partido Republicano, maioritário na Câmara de Representantes, para não sacrificar o crescimento à meta única de redução do défice.

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