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Bruxelas
19 Agosto 2022

Noite ideal para errar à vontade

Clique para ampliar O Benfica regressa à final do Jamor, como se previa, afastando o Paços de Ferreira num jogo de menor intensidade competitiva que acabou por facilitar o empate à equipa nortenha, devido a muito desperdício no ataque e a erro de palmatória de Maxi Pereira na retaguarda.

Jorge Jesus honrou a Taça de Portugal, ao optar pela melhor equipa possível, mas aos olhos dos benfiquistas tomou uma decisão discutível, ou mesmo exagerada. Podia ter sido noite para dar algum descanso a unidades mais desgastadas, mas o treinador quer manter todos em alta rotatividade, sem abrandamentos, independentemente do adversário ou do enquadramento mais fácil de uma eliminatória que já vinha decidida de Paços de Ferreira. Os jogadores, porém, cometeram muitos erros de concentração.

A equipa correspondeu nos primeiros 15 minutos, com sete remates, cinco pontapés de canto e quatro situações flagrantes, a última das quais um tiro de Cardozo ao poste.

Depois o ritmo desceu até ao intervalo, permitindo alguma reação aos visitantes, que podiam também ter marcado, quando Hurtado surgiu isolado na cara de Artur sem o conseguir bater.

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