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Bruxelas
17 Agosto 2022

Nem peixe nem carne mas saborosa

Clique para ampliar Ao fim de seis meses e cinco jogos, Portugal voltou às vitórias, cumprindo a obrigação sem brilho, e regressa ao controlo do objetivo de ser um dos melhores segundos classificados do apuramento.

Nem pescada nem filet mignon, a exibição portuguesa focou-se no essencial e a vitória sabe bem. Com concentração e brio, esta seleção é uma das melhores e não pode ficar fora do Mundial.

O jogo de Baku decorreu como se previa, a exigir muita paciência e concentração, perante um adversário defensivo, sem talentos, mas muito bem organizado e combativo. Os golos só chegaram no segundo tempo, depois de o Azerbaijão ter sofrido uma expulsão, que Paulo Bento aproveitou para reforçar o ataque, novamente com Hugo Almeida ao lado de Hélder Postiga.

Mas já na primeira parte, a vitória podia ter sido encaminhada, com várias oportunidades flagrantes, em particular uma de Postiga a menos de um metro da baliza (27’), um livre direto de Bruno Alves ao poste (39’) e ainda outra do avançado–centro, de cabeça, só com o guarda–redes pela frente.

O Azerbaijão não fez um remate em toda a partida e teve apenas um lance de apuro, com Pepe e Rui Patrício a tremerem inexplicavelmente, outra vez num pontapé de canto (o único do jogo contra Portugal).

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