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10 Agosto 2022

Museu Berardo vai passar a cobrar entradas

Clique para ampliar O colecionador Joe Berardo acaba de revelar que as exposições temporárias sem apoio mecenático vão passar a ter entradas pagas, a partir deste ano, no Museu Coleção Berardo, em Lisboa.

A decisão foi tomada numa reunião recente do Conselho de Fundadores do Museu Coleção Berardo, instalado no Centro Cultural de Belém (CCB) desde junho de 2007, e até agora com entrada gratuita em todas as exposições.

A criação do museu foi aprovada em 2006 e um decreto-lei do Ministério da Cultura, da altura, determina que o Conselho de Fundadores da Fundação de Arte Moderna e Contemporânea – Coleção Berardo se reúna anualmente para dar parecer sobre o plano de atividades.

Joe Berardo, que preside à Fundação e ao Conselho, indicou que estiveram presentes, nessa reunião, o secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, e Vasco Graça Moura, presidente da Fundação CCB.

“Foi aprovado que as exposições baseadas na coleção do museu vão continuar a ser gratuitas, e as exposições temporárias, com outras coleções, que tiverem mecenato, também se mantêm gratuitas”, indicou.

O acordo assinado em 2006 – com uma validade de dez anos – entre o Estado, através do então Ministério da Cultura, e Joe Berardo, criou um museu com uma coleção de 862 obras de arte moderna e contemporânea, avaliadas, na altura, em 316 milhões de euros pela leiloeira internacional Christies.

No caso “das exposições temporárias com base noutras coleções, que não tenham qualquer apoio mecenático, vão passar a ter entradas pagas”, e o seu valor – adiantou – será decidido individualmente.

“Será o Conselho de Administração a decidir o preço do bilhete para cada exposição, partindo de uma avaliação individual do seu custo”, indicou o presidente da Fundação à Lusa.

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