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Bruxelas
8 Agosto 2022

Marcar com classe mas sem humilhar

Clique para ampliar O Benfica averbou em Bordéus uma vitória da superioridade enorme sobre o adversário, que vincou com a marcação de três golos, dois dos quais em resposta imediata a erros defensivos resultantes da ausência da dupla titular de centrais. Sem humilhar o rival, o Benfica respondeu à altura sempre que o Bordéus conseguiu empatar.

Sem Luisão, nem Garay, que tinham sido soberbos no jogo da semana passada, o Benfica tardou em afastar os franceses da sua área, valendo Artur em dois lances consecutivos por volta dos 13. Até aí, só se tinha visto Bordéus e um jogador encarnado remando contra a maré, o argentino Gaitán, investido no grau de capitão. Foi ele que isolou Salvio na cara de Carrasso (21), que respondeu à altura ao pontapé rasteiro, antes de falhar estrondosamente no jogo aéreo: pontapé de canto de Ola John para Jardel, que chegou mais alto do que o guarda-redes francês e fez o golo que, desde logo, decidia a eliminatória (30).

O Bordéus acusou bastante o golpe sofrido e, embora dando a espaços algum trabalho a Artur, era um adversário descrente. O Benfica entrou em modo de gestão física, com uma segunda parte expectante e muito pobre, repousada sobre o resultado.

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