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18 Agosto 2022

Governo faz corte de 7,8 mil milhões

Clique para ampliar O Governo prevê um corte na despesa dos salários e das prestações sociais muito superior à meta de 4 mil milhões que tem sido referida.

No relatório da sétima avaliação da troika, constata-se que, mesmo que a economia cresça, a redução dos gastos com ordenados do Estado e prestações sociais atingirá, entre 2014 e 2016, quase 6,5 mil milhões de euros. Se a este valor for somado o efeito do acórdão do Tribunal Constitucional (TC) sobre o Orçamento do Estado para este ano, então, de 2013 a 2016, o corte total na despesa será de 7,8 mil milhões de euros.

O relatório do sétimo exame do programa de Ajustamento Económico e Financeiro (PAEF), anterior ao acórdão do TC, deixa claro que os próximos anos não serão mais fáceis do que até aqui: “A evolução do cenário orçamental para 2014 e anos seguintes tem implícita uma forte contenção na despesa pública, em particular 2014”, afirma-se no documento.

O mesmo documento não entra em pormenores após 2015, ano em que termina o mandato do Executivo, mas a análise do cenário orçamental definido até 2016 revela que, mesmo que a economia cresça, a austeridade está longe de acabar.

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