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10 Agosto 2022

Falhar penáltis é um Lucho

Clique para ampliar Com o barco a meter água e em vias de se afundar na batalha do título, foi o golo do ‘comandante’ Lucho González que segurou a embarcação e resolveu o jogo de ontem a favor do FC Porto. Um momento decisivo, já depois de novo falhanço dos dragões da marca de grande penalidade. Antes do apito final, Defour sentenciou o resultado.

É lei de pedra que um golo num jogo de futebol tem quase sempre importância, mas o de Lucho ontem foi algo mais do que isso. Representou um encher de balão que se esvaziava a cada minuto que o relógio contava. Antes, já o FC Porto tinha desperdiçado uma mão-cheia de oportunidades. Atsu – de baliza aberta, até –, James, Jackson ou Lucho continuavam a bater no muro sadino, mas este permanecia sólido, apesar dos golpes. Aos 61’, um penálti provocou um sabor agridoce nos adeptos azuis-e-brancos. Era a oportunidade de ouro para dar cor ao resultado e à esperança na revalidação do título. Mas as quatro grandes penalidades já desperdiçadas no campeonato pouco auguravam de bom. James foi chamado a bater. Kieszek, antigo portista, adivinhou e defendeu.

O barco abanava, os primeiros assobios ecoavam no Dragão. James não baixou os braços, levantou a cabeça e encontrou ‘El Comandante’, que respondeu à dificuldade com um golo. Golo esse que conduzia a equipa para o rumo da vitória, tão indispensável como um tropeção do Benfica, agora a um ponto, até final.

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