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29 Novembro 2022

Despesa com medicamentos hospitalares cai 1,3% em nove meses

Clique para ampliar A despesa com medicamentos nos hospitais públicos desceu 1,3% nos primeiros nove meses do ano, comparativamente ao período homólogo, totalizando um gasto de 774,9 milhões de euros, a maioria em ambulatório, segundo um relatório do Infarmed.

O relatório contabilizou o consumo de medicamentos em todos os hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) com gestão pública (50 hospitais), tendo contribuído para este decréscimo principalmente o Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental (-8,9%), o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (-4,2%), o Hospital Garcia de Orta (9%) e o Centro Hospitalar de Lisboa Central (-2,4%).

No mês de Setembro, o último contabilizado, o decréscimo em relação ao mesmo mês do ano passado foi de 6,6%. No período em análise a despesa com medicamentos em ambulatório (Consulta Externa, Hospital de Dia e Cirurgia de Ambulatório) foi de 569,9 milhões de euros, o que representa 76% da despesa total (774,9 milhões de euros).

O elevado peso que tem o ambulatório nestas contas deve-se essencialmente à despesa com os medicamentos que são cedidos nos serviços farmacêuticos (44,9%) e que são muito caros, como é o caso dos fármacos para o VIH ou para a artrite reumatóide.

O relatório sobre o consumo de medicamentos em meio hospitalar destaca os três grupos terapêuticos que mantêm a tendência de crescimento: os antivíricos (+3,8%), imunomoduladores (+3,3%), outros medicamentos com acção no Sistema Nervoso Central, decorrente da introdução do Tafamidis (+265,4%) e outros Produtos (+6,9%), entre os quais predominam os medicamentos órfãos.

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