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5 Dezembro 2022

Convocados cem mortos para votar

Clique para ampliar Direção-Geral da Administração Interna chegou a atualizar dados de pessoas já falecidas, mas garante que corrigiu. Problema subsiste há 20 anos.

A Direção-Geral da Administração Interna (DGAI) eliminou do caderno eleitoral para as eleições autárquicas cem pessoas. Foram chamadas a votar, mas já tinham falecido. A maioria dos casos detetados são eleitores que morreram há mais de vinte anos. Os familiares reclamaram e os seus nomes retirados da lista.

O diretor-geral da Administração Interna, Jorge Miguéis, garantiu ao CM que se trata de casos “muito residuais” e têm mais de vinte anos, quando as comunicações “não tinham a mesma fiabilidade e segurança que têm agora. A DGAI assegura que têm sido eliminados “paulatinamente”. Porém, foram feitas atualizações em julho, e houve quem recebesse em casa uma carta com o número de eleitor de um familiar já falecido.

O responsável da DGAI, Jorge Miguéis, acrescenta que tanto o Ministério da Justiça como o Ministério da Administração Interna têm feito um enorme esforço de redução destes casos. Além dos óbitos, os dados oficiais revelam que 9 485 604 pessoas estão recenseadas para votar, mas o resultado do Censos 2011 indicava 8 657 240 pessoas com idade igual ou superior a 18 anos: uma discrepância de 828 364 eleitores.

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