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Bruxelas
10 Agosto 2022

Cerco a S. Bento contra Governo

Clique para ampliar A violência voltou ontem às portas da Assembleia da República, com deputados e funcionários bloqueados à saída, na sequência da manifestação convocada pela CGTP contra o Orçamento do Estado (OE), que poucas horas antes tinha sido aprovado com os votos a favor da maioria PSD/CDS e os votos contra de PS, PCP, BE e do deputado madeirense do CDS, Rui Barreto.

O segundo e último dia do debate parlamentar sobre as contas para 2013 terminou mais cedo do que o esperado, cerca das 14h30, quando era reduzido o número de manifestantes. A multidão engrossou ao longo do dia com largas centenas de populares, e o tom da violência cresceu à noite com dezenas de petardos a explodirem, e um contentor de lixo e um sofá a arderem.

Apesar dos insultos, não houve até à hora de fecho do jornal qualquer registo de detenções, apenas uma ferida com estilhaços de uma garrafa, que foi assistida no local pelo INEM e voltou à manifestação. A polícia teve de avançar pelas escadarias para impedir o acesso dos manifestantes ao Parlamento. O ponto mais quente do protesto ocorreu pelas 18h30 quando todas as grades que protegiam o edifício foram derrubadas. Algumas delas foram arrastadas enquanto se arremessavam garrafas aos agentes policiais.

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[ Manifestantes derrubam grades frente ao Parlamento ]

[ Orçamento aprovado com um voto contra do CDS-PP ]

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