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6 Dezembro 2022

Candidatura de Leiria a Capital Europeia da Cultura cria grupo dedicado a castelos, fortes e faróis

Os castelos, fortalezas, faróis e torres de vigia dos 26 municípios que integram o território de Leiria Capital Europeia da Cultura 2027 inspiram um grupo de trabalho dedicado ao património edificado no território da candidatura, anunciou hoje a Rede Cultura 2027.

O primeiro encontro do grupo decorre hoje em Torres Vedras, com visitas ao Castelo de Torres Vedras, Castro do Zambujal e Forte de São Vicente, assinalando o momento constitutivo do projeto denominado “Horizonte 26”, avança a candidatura em comunicado.

A partir das linhas mestras “identidade, cuidar e horizonte”, é convocado “o património existente à escala de cada concelho da Rede Cultura 2027 para um desafio com novos horizontes”.

“Entre estes, contam-se horizontes onde era possível pensar e gerir um território, gerar e operacionalizar a mudança. No pensamento do séc. XXI, estes são elementos-chave de uma sociedade mais democrática e de cidadania cultural plena”, diz o coordenador do Grupo Executivo da Rede Cultura, Paulo Lameiro, na nota hoje divulgada.

“Horizonte 26” vai destacar a vocação defensiva deste património, criado para “velar pelas comunidades que viviam e se movimentavam num determinado território”, tanto os imóveis de natureza militar, como castelos, torres e povoados fortificados, fortalezas ou fortes, bem como os de natureza civil, como faróis, fachos e torres de vigia, que “cuidavam do bem-estar, mas também do saber, e de onde, do alto, se tornava possível a atitude reflexiva”.

A intenção é, a partir da matéria essencial na “construção da matriz identitária da comunidade”, que é o património de cada concelho, estender “novos horizontes” e promover “uma reflexão intemporal”, conclui a Rede Cultura 2027.

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