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8 Dezembro 2022

Boicote às escolas marca início do ano

Clique para ampliar Alunos e pais em protesto contra turmas com vários níveis de ensino, recusa de cursos e más condições das escolas. Dois mil professores por colocar deixam milhares sem aulas.

Com cerca de dois mil professores ainda por colocar, milhares de alunos pelo País não tiveram ontem aulas no último dia indicado pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC) para o arranque do ano letivo.

Houve também centenas de alunos sem aulas por opção e com aval dos pais, em protesto contra turmas de 1º Ciclo com vários níveis de ensino, recusa de abertura de cursos e ainda instalações degradadas de escolas cujas obras da Parque Escolar foram interrompidas. Num arranque de ano atribulado, houve protestos de Trás-os-Montes ao Algarve.

“Quando a escola funciona mal no início, os alunos também funcionam mal. O começo do ano é muito importante para os alunos trabalharem bem”, avisa Adalmiro Fonseca, da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (Andaep), apontando o dedo “à burocracia do monstro que é o Ministério da Educação em Lisboa”.

Já o secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar, João Casanova de Almeida, garante que “não há nada de anormal na abertura do ano letivo”. Segundo o responsável, estão por colocar apenas “1,5% dos professores” e as escolas já encontraram “soluções para minimizar o impacto” através de aulas de substituição.

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