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16 Agosto 2022

Bancos ameaçam cortar salários

Clique para ampliar BES e BCP vão eliminar as isenções de horário de trabalho para reduzir custos. Banco de Nuno Amado dispensa 1250 funcionários até 2015.

Os bancos querem cortar nas isenções de horário dos funcionários para reduzir os custos. O BES e BCP terão sido os primeiros a optar por esta via, mas os sindicatos temem que seja o início de uma tendência no setor bancário. O banco de Nuno Amado revelou ontem que vai dispensar perto de 1250 pessoas até 2015.

A necessidade de cortar nos gastos com as isenções de horário é justificada pela necessidade de conter custos e de fazer face à fraca procura de serviços bancários – que atingiu o nível mais baixo dos últimos anos – revelou o ‘Jornal de Negócios’. No BES está a ser feito um ajustamento caso a caso, todavia no BCP serão três dezenas de funcionários que vão passar a receber menos já a partir de 1 de novembro. A Febase, que agrega os sindicatos representativos dos bancários, já pediu explicações ao BES e ao BCP e teme que este corte chegue a outros bancos. O CM contactou os principais bancos nacionais e apenas a Caixa Geral de Depósitos (CGD) respondeu. O banco público reitera que “a isenção é uma medida de gestão que a CGD aplica de acordo com a disponibilidade de serviço”, pelo que nem todos usufruem dela.

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