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11 Agosto 2022

Alunos do Chapitô resistem ao desemprego

Clique para ampliar Além de ser uma escola de artes única em Portugal, cerca de 80% dos ex-alunos do Chapitô encontraram trabalho na área.

Formação, integração social e divulgação cultural: Estas são as palavras de ordem do Chapitô, uma instituição que nasceu pelas mãos de Teresa Ricou (Teté), e que para além de escola dedicada às artes e ofícios, desde 1991, é ainda um lugar de lazer e de cultura amplamente reconhecido, que já se tornou num símbolo da cidade alfacinha.

Ao entrar no espaço, localizado na rua Costa do Castelo, no centro histórico de Lisboa, é impossível não perceber que estamos na casa de uma grande família, onde paira no ar muita energia positiva, através do denominador comum que une todas aquelas pessoas: a paixão e dedicação pelas artes.

Esta instituição de ensino profissional artístico é também um caso singular de sucesso: é a única escola em Portugal que oferece o ensino de todas as artes do espetáculo, desde dança, teatro, música e circo e, além disso, grande parte dos alunos formados nesta casa consegue integrar-se no mercado de trabalho. É isso mesmo que confirma José Carlos Garcia, outro mentor do projecto, atual vice-presidente: “Cerca de 70% a 80% dos alunos que por aqui passaram estão a trabalhar em áreas artísticas”. No ano passado, dos 24 alunos das duas turmas, 19 conseguiram emprego.

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