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Bruxelas
26 Novembro 2022

48 feridos em confrontos

Clique para ampliar Durante uma hora, um pequeno grupo de manifestantes arremessou, ontem,Quando o relógio marcava 18h16, e após dois pedidos de dispersão e um último aviso de carga, os agentes investiram sobre a multidão. Terminava em caos a manifestação em dia de greve geral. Às 20h45 havia registo de 48 feridos (21 dos quais polícias), sete detidos e dezenas de pessoas identificadas. Foram queimados dezenas de caixotes do lixo, e há quem garante ter ouvido tiros – não confirmados pela PSP. Houve bancos, ATM e carros vandalizados, bem como o McDonalds do Cais do Sodré, situado a 1,5 km do Parlamento.

Ainda de dia, e já depois da concentração da CGTP, manifestantes retiraram as barreiras colocadas em frente à Assembleia, pontapearam escudos da PSP – um deles foi retirado a um agente e nele pintada a palavra ‘POVO -, arrancaram e arremessaram pedras da calçada, bem como petardos e balões com tinta.

Após o aviso de carga – que não demoveu os presentes – um primeiro cordão policial investiu à bastonada. Carga que, perante os factos, a PSP classificou de “inevitável”. A multidão refugiou-se nas ruas e avenidas próximas e queimou caixotes do lixo. Numa delas, circulava de carro o deputado Raul Almeida (CDS-PP), com a família. “Ninguém me reconheceu, mas indivíduos de cara tapada, armados com ferros, paus e pedras rodearam o carro e mais duas viaturas. Mas não passou daí.” pedras contra os polícias que protegiam o Parlamento, em Lisboa.

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