Tome Nota

Os portugueses ousaram cometer o grande mar. Entraram por ele sem receio. Descobriram novas ilhas, novas terras, novos mares, novos povos e, o que mais é, novo céu e novas estrelas. Pedro Nunes- 1550

 
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Mosteiro de Tib?es Version imprimable
 O Mosteiro de São Martinho de Tibães foi fundado no século VI, mas dessa primitiva instituição sueva nada resta. Nos finais do século XI o espaço foi novamente ocupado por monges, e recebeu Carta de Couto em 1110 por D. Henrique e D. Teresa. Ao longo da Baixa Idade Média o Mosteiro tornou-se detentor de um vasto património mas não existem notícias de que tenha sofrido ampliações ou outras obras nesse período.

Em 1567 tornou-se a Casa-Mãe da Congregação de São Bento em Portugal e no Brasil e na primeira metade do século XVII, dada a decadência das antigas construções e o afluxo de meios proporcionados pela Congregação, deu-se início à grande campanha de que resultou o conjunto que hoje existe. Começando pela igreja, erigida entre 1628 e 1661, no local do primitivo templo românico, reorganizou-se o Claustro do Refeitório e construi-se o Claustro do Cemitério. Até 1700 levantaram-se as alas conventuais, que incluíam Portaria, Recibo, Dormitório, Hospedaria, Sala do Capítulo e Livraria.

 A igreja é um dos templos mais grandiosos do país e um dos maiores marcos da arte barroca. O início das obras filia-se ainda numa corrente maneirista, mas o Barroco haveria de triunfar nas numerosas obras desenvolvidas ao longo da segunda metade do século XVII e todo o século XVIII. Nela, trabalharam arquitectos como Manuel Álvares e André Soares, e o estaleiro do Mosteiro foi mesmo um centro de aprendizagem de onde irradiaram mestres, escultores e imaginários para todo o Norte do país.

 Vendido em hasta pública em 1864, o Mosteiro de Tibães e toda a sua extensa cerca de 40ha entraram em declínio e ruína. Em 1986 passou a propriedade do Estado e de imediato se procedeu à elaboração de um projecto de recuperação. O conjunto tem sido intervencionado de forma gradual e através de medidas que integram ou reintegram funções antigas (caso da Casa Paroquial). Na actualidade, para além da abertura ao culto da Igreja, prevê-se a refundação da comunidade monástica, a criação do Museu, organizado segundo princípios essencialmente interpretativos, e a viabilização de um Centro de Estudos, tendo em conta a importância do Mosteiro na "rota beneditina" portuguesa.

© www.ippar.pt


Endereço : Mosteiro de Tibães 4700 - 565 Mire de Tibães

Horário : Verão - 10:00/18:30 (última entrada às 17:45) Inverno - 9:30/17:30 (última entrada às 16:45)

Parte do monumento encontra-se em obras. Ingresso Mosteiro de Tibães (com jardim e cerca)

Normal : € 4

Jovens (15 a 25 anos) e reformados : € 2

Portadores do Cartão Jovem : € 1.6

Crianças até aos 14 anos : gratuito.

Domingos e Feriados até às 14h00 : gratuito.

Jardim e Cerca Conventual : € 1.5

Telefone : +351 253 622 670 Fax : +351 253 623 951 E-mail : Cet e-mail est protégé contre les robots collecteurs de mails, votre navigateur doit accepter le Javascript pour le voir e Cet e-mail est protégé contre les robots collecteurs de mails, votre navigateur doit accepter le Javascript pour le voir URL : http://www.geira.pt/msmtibaes

Serviço Educativo : Diaporamas orientados para o ensino básico e superior. Coordenação : Dr. Paulo Oliveira. Marcações prévias : Tel. +351 253 622 670, +351 253 623 950 Fax. +351 253 623951

Visitas Guiadas : Escolas e grupos organizados. Marcações prévias. Tel. +351 253 622 670

Loja : Posto de Vendas provisório. Publicações diversas, postais, materiais de divulgação.

Cafetaria : Em fase de conclusão

Acesso a Deficientes : Em fase de conclusão

Acessos : Autocarros TUB, carreira Braga / Sarrido ; Autocarros REDM, carreira Braga / Padim da Graça. Tem zona de estacionamento

 
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Miróbriga












As ruínas romanas de Miróbriga foram referenciadas desde o século XVI por André de Resende, e encontram-se implantadas numa zona privilegiada de visibilidade que lhe permite controlar territorialmente toda uma região, profícua em recursos agrícolas, marítimos e mineiros, pelo que este sítio arqueológico terá desempenhado um papel comercial de relativo destaque.

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