Tome Nota

Esteve todo o mundo neste erro até que os portugueses, por uma parte, e os espanhóis, por outra, navegaram e decobriram o mundo todo, e acabaram que a tórrida zona é habitada e povoada como as outras. D. João de Castro - 1536 /1537

 
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Castelo de Belver Version imprimable

 Trata-se de um dos imponentes castelos defensivos erigido pela Ordem dos Hospitalários de São João de Jerusalém, a fim de defender o território raiano junto ao vale do Tejo.

Em 1194, na sequência das investidas islâmicas que determinaram o recuo da fronteira cristã para a linha do Tejo, D. Sancho I doou a Afonso Paes, prior da Ordem de Hospital, as chamadas terras de Giudintesta, para aí construir um castelo.

Em 1210 essas obras já estariam terminadas ou, pelo menos, bastante adiantadas, pois nessa data já se encontra em funcionamento.

Depois de consumada a subida ao trono de D. João I, o castelo viu renovada a sua importância militar, no contexto das guerras com Castela, e foi então mandado reedificar em 1390, por iniciativa do Condestável D. Nuno Álvares Pereira.

Da primitiva traça hospitalar, apenas se preserva a parte inferior da Torre de Menagem (século XIII).

 A estrutura hoje visível documenta já em plenitude a campanha de obras do fim do século XIV : planta de forma circular, conservando os panos de muralha, em parte ameados e com vestígios dos torreöes que cingiam o seu perímetro.

A porta de entrada é do século XV, com arco de volta redonda.

Ao longo da Idade Moderna desempenhou um papel de menor relevância, apenas sublinhada em alturas de maior tensão entre famílias nacionais ou em conflitos entre Portugal e Castela, como aquando da perda da independência nacional em 1580, altura em que Belver se colocou ao lado de D. António, Prior do Crato. Desse período, data a Capela de São Brás, no interior do recinto, templo da segunda metade do século XVI e integrando elementos maneiristas e barrocos.

Em 1755, com o terramoto, sofreu grandes danos na estrutura e o século XIX votou-o ao total esquecimento, funcionando o seu interior como cemitério da povoação. Nos anos 40 do século XX tiveram lugar as primeiras obras de restauro integral, e encontra-se agora abrangido pelo Programa de Recuperação de Castelos promovido pelo IPPAR.

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Endereço : Direcção Regional de Évora Rua de Burgos, n.º 5 7000-863 Évora

Horário : 9:30-12:30/14:00-17:30

Encerrado à segunda-feira e nos feriados de 1 de Janeiro,

Domingo de Páscoa, 1 de Maio e 25 de Dezembro.

Ingresso Normal : € 1.5

Jovens (15 a 25 anos) e reformados : € 0.75

Portadores do Cartão Jovem : € 0.6

Crianças até aos 14 anos : gratuito.

Domingos e feriados até às 14h00 : gratuito.

Telefone : +351 266 769 800 Fax : +351 266 769 855 E-mail : Cet e-mail est protégé contre les robots collecteurs de mails, votre navigateur doit accepter le Javascript pour le voir

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Villa Romana de Pisões












O sítio arqueológico da villa romana de Pisões situa-se na Herdade da Almagrassa, a cerca de 10 km a Sudoeste da cidade de Beja.

Acidentalmente descoberta em 1967 durante trabalhos agrícolas, deu-se de imediato início à sua investigação arqueológica, sendo classificado como Imóvel de Interesse Público (IIP), logo em 1970.

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