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Castelos portugueses
A Torre de Belém foi construída em homenagem ao santo patrono de Lisboa, S. Vicente, no local onde se encontrava ancorada a Grande Nau, que cruzava fogo com a fortaleza de S. Sebastião. O novo baluarte perpetuou assim, e em pedra, essa estrutura de madeira. O arquitecto da obra foi Francisco de Arruda, que iniciou a construção em 1514 e a finalizou em 1520, ao que tudo indica sob a orientação de Boitaca. Como símbolo de prestígio real, a decoração ostenta a iconologia própria do Manuelino, conjugada com elementos naturalistas. |
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Fortaleza abaluartada, muito remodelada na segunda metade do século XVIII mas integrando um torreão quinhentista. |
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O assento primitivo desta fortaleza ficaría, supostamente, no cume da serra da Marofa e é de presumir que à chegada dos romanos constituísse um oppidum lusitano defendido por um poderoso castro com cidadela e muralhas torreadas. |
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Obra iniciada em tempo de D. Dinis e totalmente reformulada no reinado de D. João II, o Castelo de Viana é, a par do de Alvito, um dos mais singulares conjuntos fortificados do Gótico final. A reconstrução decorreu em consonância com as Cortes de 1482. |
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Obra emblemática da arquitectura medieval portuguesa de tipo militar, o Castelo de Santa Maria da Feira é um dos nossos monumentos que melhor reflecte a diversidade de meios de defesa utilizados durante a Idade Média, tendo sido fundamental em todo o processo de Reconquista e de autonomia do Condado Portucalense. |
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A sua construção inicial remonta ao tempo de Mumadona Dias, que o mandou edificar no século X, com o objectivo de defender dos ataques muçulmanos e normandos o mosteiro que tinha fundado para se recolher quando enviuvou. |
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Implantado num dos pontos mais elevados da Serra de Ossa, o Castelo de Évora-Monte remonta ao século XII, altura em que a localidade foi conquistada aos mouros por Geraldo Sem Pavor. |
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Implantado numa zona raiana, vocacionada desde sempre, para a defesa e protecção do reino, o Castelo de Elvas data do reinado de D. Sancho II, embora sofresse ampliações importantes no reinado seguinte. Assenta sobre uma estrutura muçulmana, da qual ainda se conservam duas cinturas de muralhas. Tomada a cidade aos mouros, sucessivamente em 1166 e 1220, e só defintivamente em 1226, o castelo foi imediatamente reedificado e concluído em 1228. |
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Trata-se de um dos imponentes castelos defensivos erigido pela Ordem dos Hospitalários de São João de Jerusalém, a fim de defender o território raiano junto ao vale do Tejo. |
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Construído num inselberg (monte-ilha), no extremo norte da Cova da Beira, o Castelo de Belmonte, essa imponente construção em granito com cintura de grossos panos fortificados, foi mandada edificar por D. Sancho I entre os finais do século XII e os inícios do século XIII, em pleno processo de consolidação da fronteira oriental do reino. |
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Com uma implantação geográfica que lhe confere excelentes condições naturais de defesa, o Castelo de Ansiães revela-se com uma história milenar, cujo início se fixa, por volta do IIIº milénio A.C. |
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